Leia as primeiras folhas de um livro e verá que nas horas seguintes ouvirá uma suave voz que lhe segreda ao ouvido, leve, levemente como quem chama por si...
4/24/2009
Um livro activo...
Leia as primeiras folhas de um livro e verá que nas horas seguintes ouvirá uma suave voz que lhe segreda ao ouvido, leve, levemente como quem chama por si...
Uma Odisseia na exploração de um filme...
Sugerimos a leitura de alguns dos textos criados nesta actividade e que aquí reproduzimos...
1º Classificado: O novo Rei de Nárnia
Numa manhã de Verão, lá estava Aslan na sua toca, escondido do calor. Ele era grandioso e magnífico, ao nascer perdera-se da mãe durante uma tempestade e por mais estranho que pareça fora adoptado por uma família de veados. Agora fazia parte da família e isso ajudou-o a ser mais amigável e carinhoso.
Mas quando nascera algo de muito estranho aconteceu… Na noite em que se perdeu, havia muito vento, muita chuva, muitos trovões e muitos relâmpagos. As árvores caíam para o chão e a terra parecia não ter fundo, o pobre leãozinho estava muito assustado e ocorria de um lado para o outro à procura da mãe. Ele não sabia o que fazer e, então, de repente, um tronco de madeira caiu-lhe em cima da pata, ele deixou-se ficar no mesmo sítio a chorar de dor . A chuva não parava, o que por um lado era bom porque apagava o fogo feito pelas árvores, num desses incêndios uma acendalha saltou-lhe para o ombro e foi o suficiente para cair no chão cansado e exausto de toda aquela confusão, e acabou por adormecer.
Quando acordou já não estava na selva deitado na terra molhada , estava numa casinha muito acolhedora deitado numa cama de folhas. A sua pata estava enrolada numa folha de bananeira e o seu ombro já não lhe doía, parecia que estava curado, mas quem o tinha feito? Quando se levantou viu uma família de veados a tomar o pequeno-almoço.
- Anda, vem juntar-te a nós ou se quiseres podes ficar aí o acabar de dormir. – disse a mãe veado.
- Mas primeiro acho que precisas de um banho! O que dizes? – perguntou o pai, chefe da família.
- O que é que eu estou aqui a fazer? Quem são vocês? – perguntou por fim.
- Bem nós vimos-te ali deitado no chão, e não podíamos deixar-te morrer ainda por cima ferido. – respondeu o filho.
- Sim, e porque tu és o nosso rei! – esclareceu a filha.
- O quê? Eu, rei? Devem estar enganados.
- Não, vê bem o que tens no ombro.
Aslan em vez de um arranhão tinha gravado a figura de uma coroa. O que o atrapalhou muito, mas depois de algumas explicações ele compreendeu. E assim o tempo foi passando, todos os animais o respeitavam e ele defendia os animais dos perigos desnecessários. E assim chegou aquela manhã de verão, mas não era um dia qualquer porque ele ia ser coroado rei de Nárnia, quando chegasse o pôr-do-sol.
Assim que a coroa lhe tocou na juba dourada, houve uma esperança no coração de todas as criaturas da selva, a esperança de que houvesse paz… pelo menos durante os próximos milhares de anos.

Daniela Marta Sousa
6º C nº7
2º classificado: A Grande Aventura de Lucy
Num belo dia de verão estavam os quatro irmãos na praia quando Lucy ouve um barulho. Avisou os seus irmãos mas como sempre nenhum deles acreditou nela. Então enche-se de coragem e segue o barulho. Vai ter a uma gruta onde brilha uma grande luz, ela aproxima-se e ouve uma voz a dizer “fecha os olhos”. Ela fecha-os e quando abre está em Nárnia, mas aquele mundo que conhecia estava diferente, estava muito melhor!
Narnianos e Telmarinos viviam em paz e sossego e as árvores dançavam contentes. Tudo estava melhor mas a razão para ela estar ali não era esta. Aslan tinha-a chamado porque sabia que algo de estranho ia acontecer, por isso, assim que ela o encontrou ele pediu para irem os dois conversar para um sítio sossegado.
Então Aslan começou a falar:
- Eu chamei-te porque sinto que algo vai acontecer e é algo que apenas os verdadeiros reis e rainhas de Nárnia podem resolver com o seu poder.
- Mas porque é que só me chamaste a mim?
- Eu chamei todos mas como sempre eles não acreditaram em ti.
- Então eu terei que salvar sozinha o povo da Nárnia?
- Não, eu estarei contigo.
No dia seguinte quando acordou um dos ratos deu-lhe uma má notícia, mas ela já sabia que alguma coisa haveria de acontecer.
- Tal como Aslan previra aconteceu uma coisa grave, ele desapareceu! Deixaram uma carta a dizer que tinha sido um grupo de pessoas Telmarinas que queria que tudo voltasse a ser como dantes. Tens de o encontrar.
-Está bem, mas vou sozinha. Eu sei que é perigoso mas quando estou sozinha costumo encontrá-lo.
Então Lucy partiu à sua procura e ficou espantada quando encontrou um bilhete à frente do antigo castelo Telmarino em ruínas que dizia que Aslan estava lá dentro, mas era uma armadilha. Quando o encontrou apareceram as pessoas que o tinham raptado e não o queriam só a ele mas queriam-na também a ela. Então, Aslan rugiu e de repente todas as árvores vieram para os levar, prenderam aquelas pessoas e tudo ficou bem.
Infelizmente estava na altura de ela se ir embora, mas com certeza não esquecerá aquela aventura.

Carolina Miguel
6ºC nº 4
3º Classificado: O Rato Mosqueteiro
Num país muito distante, vivia um rato, mas não era um rato qualquer, era um mosqueteiro e passava a sua vida a salvar animais. Mesmo assim existia um grupo de ratos que com ele gozavam. Tudo iria mudar pois, numa tarde, um rato do grupo que gozava com ele caiu à água e o valente Rato Mosqueteiro apareceu para o salvar. Logo o rato daquele grupo pediu-lhe desculpa pelo seu mau comportamento e agradeceu-lhe por lhe ter salvo a vida. Os dois ficaram amigos.
Os membros do grupo dos ratos rebeldes, não queriam acreditar e, para terem a certeza, se era verdade, fizeram de conta que se estavam a afogar. Logo apareceu o Rato Mosqueteiro para os salvar. A corrente estava muito forte e, quando o Rato Mosqueteiro se preparava para salvar o último rato, o ramo da árvore que ele usou para o salvamento, começou a ser levado pela corrente.
O Rato Mosqueteiro, com a sua valentia muito esforço e dedicação agiu a tempo de salvar o último rato do grupo. Daí a diante tornaram-se os melhores amigos. Ajudaram-se uns aos outros e viveram felizes para sempre, na esperança de conseguirem salvar todos os ratos que necessitassem de ajuda.
Juntos e unidos, passaram a praticar só o bem e conseguiram assim construir uma aldeia, para que todos os ratos vivessem felizes e em segurança. Arranjaram também maneira de eles cultivarem os seus próprios alimentos, para assim não terem de correr riscos à procura de meios de sobrevivência.
Podemos assim dizer que se nos mantermos unidos, conseguimos mais facilmente resolver os nossos problemas.

Joana Filipa da Silva Caseiro
5ºA nº 11
Divulgação dos vencedores do concurso "Qual é coisa qual é ela?"
5ºB – Telma Alves
6ºA – Beatriz Santos
6ºB – Ana Maria Fernandes
6ºC – Adriana Santos
3/06/2009
Concurso: "Qual é coisa qual é ela?"
1- O que é, o que é, cai no chão não se quebra, vai à água logo se quebra?
2- Ainda antes de a mãe nascer, já o filho anda a correr. O que é?
3- Verde no campo, negro na praça e vermelho em casa. O que é?
4- Fêmea sou de nascimento. Macho me fizeram ser. Hei-de morrer afogado para fêmea voltar a ser. O que é?
5- Por de trás de um muro branco, há uma flor amarela, que se pode apresentar ao próprio rei de Castela. O que é?
6- O que está no exército, na vassoura e no mapa?
7- O que é que passa por todas as casas sem sair do lugar?
8- Qual é a coisa, qual é ela, que todos têm, ninguém gosta de ter, e, quando a acha, não gosta de a perder?
9- O que é que quanto mais anda, mais quieto está?
10- O que é que fazem, todos ao mesmo tempo, velhos novos e crianças?
Transcrito por Ana Margarida, Lénia e Tatiana
Pede e entrega o impresso de resposta no nosso balcão da BE/CRE.
2/27/2009
Semana da Leitura - de 2 de Março a 6 de Março


Sarah
Livro Audio
2/13/2009
A origem da palavra CARNAVAL
A origem desta festividade remonta a tempos distantes, ligando-se aos rituais do final do Inverno que serviam para estimular a fecundidade da Natureza e provocar o regresso do Sol. É também possível encontrar semelhanças com certas festas romanas dedicadas aos divertimentos populares que se celebravam nesta estação.
As máscaras e os excessos próprios da época serviam para expulsar os espíritos malfazejos e a execução dum boneco recordava os sacrifícios primitivos em que se imolava um animal.
Dia dos Namorados
eiro era, na antiga Roma, um feriado dedicado a Juno, a rainha dos deuses romanos, também conhecida pela deusa das mulheres e dos casamentos. Outra origem provável para o dia dos namorados é o festival dedicado a Fauno (Pã entre os gregos), divindade que velava pela fertilidade dos campos e pela fecundidade dos rebanhos, e que se celebrava a 15 de Fevereiro.Havia um padre que viveu em Roma, no século III da Era Cristã chamado Valentim. Nessa altura, o Imperador Cláudio II enfrentava grandes dificuldades na recruta de novos soldados para as suas legiões e acreditava que os melhores soldados eram os solteiros. Então, resolveu cancelar todos os noivados e proibir todos os casamentos em Roma. Valentim, que considerava essa medida uma injustiça, continuou a celebrar clandestinamente casamentos de jovens. Quando soube das acções do padre, Cláudio ordenou a sua execução.
Dá-me a tua mão,
e apercebi-me que haveria amor para sempre.
Nuno Gomes, 5º B, nº 14
2/06/2009
GIGGLE TWEENS
Apresentamos aquí a capa de uma interessante revista para jovens on-line "Giglle Tweens".Trata-se de uma revista digital que aborda muitos temas interessantes para a tua idade: moda, música, desporto, ideias e passatempos loucos. Vem conhecer as actualidades para a tua idade!
Para isso basta clicar sobre a capa aquí publicada.
Muda de atitude,
que ainda te encontras na juventude!
Leia e explore a revista!
1/16/2009
Pedro Alecrim
António Mota,
nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, em 16 de Julho de 1957. Autor de uma já extensa e reconhecida obra dedicada aos leitores mais jovens, publicou "Pedro Alecrim", romance vencedor do Prémio Gulbenkian de Literatura para Criança
s em 1990.Sem cair numa escrita de pendor moralista, este livro conta, com simplicidade (a simplicidade de Pedro), uma história que nos faz reflectir sobre o tempo e sobre a necessidade de não desperdiçar aquilo que nos é dado, quando nos é dado (ao contrário do que faziam os meninos mimados na cantina da escola, diriam Pedro e o seu amigo Nicolau). António Mota consegue, sem perder coesão, contar a crianças e a adultos a história de um menino que viu a sua vida mudar depois da morte do pai e que soube lidar com novas e pesadas responsabilidades com uma naturalidade que talvez estivesse fora do alcance de um adulto.
Resumo do Livro “ Pedro Alecrim” do autor António Mota
Este livro fala de um rapaz chamado Pedro Alecrim, que andava no sexto ano, e morava numa aldeia chamada Pragal.
Ele tinha um amigo que fazia consigo a caminhada da escola para casa e de casa para escola, que se chamava Nicolau.
Pedro Alecrim era aluno não muito bom, mas também não era mau.
Quando acabou a escola o seu amigo o Nicolau foi para Vila Nova de Gaia trabalhar e eles só se falavam por cartas.
Pedro queria continuar a estudar, mas quando acabou o sexto ano teve que desistir da escola para ajudar a mãe, porque o pai do Pedro morreu e a mãe dele precisava da sua ajuda para conseguir arranjar tudo o que precisavam para viver.
Pedro também foi trabalhar: tornou-se aprendiz de ferreiro.
Por Lénia Anacleto Almeida
Exposição Júlio Resende
Jogo de Natal... Festeje connosco!
Nas vésperas da quadra Natalícia e para sinalizar a época festiva a BE/CRE realizou um conjunto de iniciativas das quais se destaca um jogo exposto na vitrina da escola e onde os alunos mergulharam num mundo de descobertas…
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Uma mensagem de natal escrita por dois alunos...
Presente
Presentear é tão antigo quanto a própria humanidade. É uma reacção que acompanha importantes rituais em todas as sociedades. Os pagãos presenteavam as divindades, e nós presenteamos nos aniversários, casamentos, formaturas… e por ocasião do Natal. O presente natalício é uma tradição que tem raízes cristãs, inspiradas na visita dos reis magos, que levaram oferendas ao Menino Jesus. Melchior, Gaspar e Baltasar ofereceram-lhe ouro, incenso e mirra, e nós oferecemos presentes aos familiares e amigos. É uma expressão silenciosa do nosso bom sentimento para com eles. Para muitas pessoas, esta época é marcada pelo consumismo. O costume de colocar presentes sob as árvores de Natal começou durante o reinado de Elizabete I, filha de Henrique VIII, na Inglaterra, no século XVI. Ela promovia festas natalícias e recebia muitos presentes. Como era praticamente impossível receber directamente todos os presentes que lhe eram dados, adoptou-se o costume de deixá-los sob uma grande árvore natalícia, montada nos jardins do palácio. Deus deu-nos o maior e melhor de todos os presentes: Jesus Cristo. Sejamos também um verdadeiro presente para as pessoas!
Trabalho elaborado por: Miguel Ângelo nº13 e Diana Costa nº8, 6ºB
1/09/2009
Direitos Humanos

Este dia foi instituído em Assembleia Geral da ONU e recorda o aniversário da assinatura da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A BE/CRE convida-o a conhecer estes direitos clicando com o rato sobre o texto sublinhado.
A data foi relembrada pela BE/CRE com uma exposição de fotografias alusivos ao tema por forma a sensibilizar a população escolar para a gravidade das situações de desrespeito aos direitos humanos que ainda ocorrem pelo mundo.
Feira do Livro...
Tendo o objectivo didáctico de dar a conhecer os livros publicados, os alunos tiveram a oportunidade de estabelecer um contacto mais directo com estes.
Nesta perspectiva a Feira do Livro foi um sucesso tendo sido visitada pela maioria da comunidade escolar.
Não se esqueça ... sempre que puder leia um livro!
11/14/2008
Halloween

A BE/CRE não quis deixar de comemorar o Halloween com uma exposição de trabalhos dos alunos desta escola, no dia 31 de Outubro.
No placard dispuseram-se vários trabalhos alusivos ao Dia, desenvolvidos pelos alunos do 2º e 3º ciclos e dinamizados pelas professoras de Inglês Cristina Camoesas e Judite Catarino.
Concurso da "ROSA DOS VENTOS"
Nesta actividade os alunos tiveram a oportunidade construir de uma forma criativa vários modelos de "Rosas dos Ventos" desenvolvendo o seu sentido de orientação tendo em conta os pontos cardeais.
As rosas dos ventos foram construídos numa iniciativa interdisciplinar de História e Geografia de Protugal e Estudo Acompanhado ( Plano Nacional da Matemática) e também no âmbito da Geografia do 3º ciclo.

Contador de Histórias
Meninos e graúdos, ouviram e viram a animação das histórias contadas pelo Senhor António Fontinha.
A interacção com os alunos foi de tal forma cativante e interactiva que estes manifestaram vontade em participar em novas sessões.
10/24/2008
Dia Mundial da Alimentação
No Dia 16 de Novembro, a BE/CRE comemorou o Dia Mundial da Alimentação em conjunto com a comunidade escolar e em intercâmbio com o Projecto PES (Projecto da Educação para a Saúde), dirigido pela professora Lizabet Cavadas.
Desta forma foram apresentadas no átrio da escola algumas exposições e menus sobre a comida saudável:
-A turma 6ºB presenteou a população escolar com alguns batidos de frutas...
-Os diferentes grupos-turma do 6ºA da professora Céu Quintans apresentaram power-point, sobre a alimentação, no âmbito da Área Projecto.
- Houve várias visitas guiadas e jogos interactivos na biblioteca...
Livro de Bob Dylan para crianças...Forever Young...
A Bibliofilmes avança a novidade e dá-nos a conhecer o trailer com uma animação ao som da famosa canção "Forever Young":
















